sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Rabanadas
O doce que associamos imediatamente ao Natal são as rabanadas. Fatias de pão mergulhadas em leite e ovos que são fritas até ficarem loiras e depois passadas por uma mistura de açúcar e canela.
As rabanadas deste Natal foram estas. Normalmente faço-as em pão de forma de padaria, cortado em fatias grossas. Este ano, quando fui às compras para o Natal com o meu irmão, já não havia e trouxe pão de cacete. Não houve reclamações.
Servem as rabanadas de pretexto para desejar a todos os visitantes deste blog umas Festas Felizes.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Panquecas ou pancakes
A minha receita de panquecas baseia-se numa receita da sempre infalível Maria de Lourdes Modesto e acho que ficam perfeitas: a massa leve, o doce q.b., a textura macia. O meu filho prefere-as simples, acompanhado de um batido de chocolate. A minha filha, claro que se eu deixar, cobertas de chocolate. Para mim, com uma colher de mel. Mas fica igualmente bom com uma qualquer boa compota.
2 ovos
3 colheres de sopa de manteiga (40g)
2 dl de leite
150g de farinha com fermento
1 colher de chá de fermento royal
3 colheres de sopa de açúcar
Preparação:
Derrete-se a manteiga no micro-ondas e mistura-se com o leite e os ovos. Noutra tigela peneiram-se a farinha, o açúcar e o fermento. Juntam-se os dois preparados, sem bater e deixa-se descansar a massa. Dá-se mais uma volta à massa para que fique homogénea.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Bolo de chocolate de S. Tomé
O que este bolo tem de bom é que por dentro deve ficar líquido, como um coulant, cozendo apenas a parte de fora. E pode-se cozer mais ou menos consoante se goste dele mais líquido ou não.
O anjinho da decoração é para assinalar a época de Natal que já está aí.
Ingredientes:
200g de chocolate preto
200g de açúcar
200g de farinha para bolos
200g de manteiga
4 ovos
Preparação:
Derrete-se no micro-ondas o chocolate com a manteiga. Batem-se muito bem os ovos inteiros com o açúcar. Junta-se o chocolate e a manteiga derretidos e continua a bater-se com a batedeira. Finalmente junta-se a farinha e continua a bater-se muito bem.Leva-se ao forno pré-aquecido, numa forma sem buraco untada com manteiga e polvilhada com farinha.
No meu forno 20 minutos chegam para que o bolo fique com uma "casquinha" crocante por fora e por dentro uma espécie de mousse de chocolate.
Desenforma-se e cobre-se com açúcar em pó.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Bolo de noz coberto de doce de ovos
Fiz sempre os ovos moles sem fazer ponto de açúcar, na minha ânsia de simplificar tudo: para cada gema, junto uma colher de sopa de açúcar e outra de água. Vai ao lume, sem parar de mexer, até engrossar. Claro que para ficar mesmo bem devem-se passar as gemas por um passador de rede para tirar toda a clara.
Até que encontrei esta receita e para este tipo de bolos acho que fica melhor este doce de ovos. É delicioso.
Ingredientes:
Para o bolo:
6 claras
250g de açúcar amarelo
250g de nozes
Para o doce de ovos:
6 gemas
150g de açúcar
150ml de leite
Preparação:
Trituram-se as nozes e misturam-se com o açúcar. Batem-se as claras em castelo e juntam-se às nozes e açúcar. Vai ao forno em forma untada com manteiga e polvilhada de farinha. Desenforma-se e cobre-se com o doce de ovos.
Para fazer o doce de ovos juntam-se os ingredientes e vai ao lume, sempre a mexer até engrossar.
sábado, 6 de dezembro de 2008
Torta de ovos do meu irmão Tózé
Como já devem ter percebido tenho uma maior apetência por fazer doces. Sempre que a família se reúne já se sabe que os doces ficam por minha conta. E vou satisfazendo os pedidos. Até que chega uma altura em que o meu irmão Tózé diz invariavelmente alguma coisa parecida com isto: antigamente a minha irmã fazia um doce que eu gostava muito, assim, uma espécie de rolo, uma torta... Um doce muito bom, mas para aí há uns vinte anos ou mais que não como isso...
Esse doce é esta torta de ovos que não tem nada que saber:
Pesam-se os ovos, junta-se a mesma quantidade de açúcar e raspa de casca de limão. Não é preciso bater. Unta-se um tabuleiro com manteiga. Pode forrar-se com baking paper para melhor desenformar. Deita-se o doce no tabuleiro e por cima põem-se umas pequenas nozes de manteiga e vai ao forno até solidificar. Desenforma-se e enrola-se, coloca-se na travessa e por cima deita-se açúcar.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Tarte pastel de nata(que quase não ia sendo)
Sabem aqueles dias em que estamos a fazer 50 coisas ao mesmo tempo? Pois é, acontece comigo a cada passo e neste caso, entre muitas outras coisas, resolvi fazer uma tarte de pastel de nata. A receita é a mesma dos pastéis de nata, só que em vez de se fazerem nas formas pequenas, forra-se uma tarteira grande com a massa folhada e enche-se com o recheio. Acho que já toda a gente experimentou.
Esta receita é facílima, fica sempre bem e “enche o olho”, o que nestas coisas é fundamental.
Vem todo este paleio a propósito das coisas que nem sempre são perfeitas: já estava a tarte no forno e apercebi-me que não tinha colocado as gemas no creme. E agora? Não entrei em pânico, esperei que saísse do forno e até aqui tudo bem.
Quando, num dos almoços de sábado, cortei a tarte e servi, aguardei, ansiosa, até ouvir o primeiro comentário que, como de costume, veio do meu sogro: está deliciosa.
Claro que só depois de todos terem concordado, confessei o que tinha acontecido.
Na cozinha, como na vida, não devemos entrar em pânico quando nos esquecemos, ou não fazemos qualquer coisa como devíamos. A vida, quase sempre, surpreende-nos.
Esta receita é facílima, fica sempre bem e “enche o olho”, o que nestas coisas é fundamental.
Vem todo este paleio a propósito das coisas que nem sempre são perfeitas: já estava a tarte no forno e apercebi-me que não tinha colocado as gemas no creme. E agora? Não entrei em pânico, esperei que saísse do forno e até aqui tudo bem.
Quando, num dos almoços de sábado, cortei a tarte e servi, aguardei, ansiosa, até ouvir o primeiro comentário que, como de costume, veio do meu sogro: está deliciosa.
Claro que só depois de todos terem concordado, confessei o que tinha acontecido.
Na cozinha, como na vida, não devemos entrar em pânico quando nos esquecemos, ou não fazemos qualquer coisa como devíamos. A vida, quase sempre, surpreende-nos.
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