sábado, 21 de junho de 2008

Experimentando a Bimby - Arroz de carne



Embora um pouco céptica a princípio, acabei por comprar a Bimby com o objectivo de me ajudar no dia a dia, a cozinhar de forma mais prática e eficaz. E estou convencida. Com a vida que quase todos levamos, a Bimby faz uma série de coisas sozinha, enquanto podemos ir fazendo outras sem nos preocuparmos, por exemplo, em verificar se o refogado está a pegar, ou em mexer o creme para não ficar com grumos e a sopa é feita em 25/30 minutos sem termos de olhar para a panela. Como em tudo na vida vai-se aprendendo com a experiência e os resultados são, a maior parte das vezes, muito bons.


Embora não muito fotogénico deixo aqui o arroz de carne que fiz tendo por base o arroz de frango do livro de receitas da Bimby TM 31, pagina 76.
Ingredientes:
6oog de carne de vaca cortada em cubos
100g de cebola
50g de azeite
100g de tomate
1 dente de alho
1 caldo de galinha
250g de arroz
800g de água
Preparação:
Coloquei no copo da Bimby a cebola, o azeite, o dente de alho e o tomate e programei 8 seg., vel.5. A seguir programei 7min., Temp.100º, vel.1.
Juntei a carne e programei 10min., Tem.100º, vel. colher inversa.
Adicionei a água e o caldo, o arroz, temperei com sal (ter em atenção que o caldo de carne é salgado), e programei 15 min. Tem. 100º, vel. colher inversa.
O arroz ficou com a consistência de um risoto e foi completamente aprovado pela família.


sábado, 7 de junho de 2008

Comprei uma Bimby

Já comecei a experimentar e aceito sugestões, receitas, o que for.

domingo, 1 de junho de 2008

Tarte Tatin



Tinha umas pêras francesas que já ninguém ia comer e um rolo de massa folhada que mais três dias e atingia o limite do prazo de validade e resolvi fazer esta tarte Tatin, que originalmente é feita com maças, mas já vi feita até com banana. Esta ficou muito boa, as pêras cozinhadas, mas rijas e o doce qb.
Ingredientes:
4 pêras
75g de açúcar
100g de manteiga
um rolo de massa folhada
Preparação:
Descascam-se, tira-se o centro e cortam-se as pêras em quartos. Leva-se a manteiga a lume brando, numa frigideira que possa ir ao forno, até derreter sem queimar. Junta-se o açúcar e vai-se mexendo continuamente até mudar de cor, ficando um caramelo pastoso. Dispõem-se as pêras por cima do caramelo, ajeitando bem de forma a ficarem bem juntas. Por cima coloca-se a massa e recorta-se do tamanho da frigideira. Com uma colher ou uma espátula, mete-se para dentro da frigideira e vai ao forno que deve estar quente, até a massa ficar dourada. Tira-se do forno e espera-se até que a massa baixe, 2 ou 3 minutos. Põe-se o prato onde se vai servir a tarte por cima e vira-se rapidamente a frigideira ao contrário de modo a que a tarte fique direita e o líquido não caia. Pode-se comer quente ou fria.




terça-feira, 27 de maio de 2008

Pataniscas de atum à moda da Colher de Pau



Já aqui confessei que um dos blogs que mais visito e do qual mais receitas experimento é o da Colher de Pau. Doces, salgados, coisas simples ou mais complicadas, ela tem tudo e muitíssimo bem explicado e ainda não houve uma receita dela que tenha feito e que não ficasse bem.
Adoro pataniscas, peixinhos da horta, tudo o que seja envolvido por um polme. Mas nunca tinha feito um que ficasse assim, tão bem. Será por causa da água gaseificada? Fiz exactamente como na receita dela, assim:

Ingredientes:

1 lata de atum em azeite
1/2 cebola pequena
1/2 raminho de salsa (coloquei menos)
2 ovos
8 colheres de sopa de farinha
150ml de água gaseificada
Sal e pimenta q.b. (só sal)
Óleo para fritar

Preparação:

Escorri o atum e esfarelei-o com um garfo. Juntei a cebola e a salsa picadas. Numa tigela mexi os ovos com a farinha e juntei a água até ficar com a consistência de polme.Temperei com sal. Aqueci o óleo numa frigideira e fritei colheradas de massa até ficarem mais ou menos loiras.
A fotografia não lhes dá o devido préstimo, mas garanto que estavam divinais.

domingo, 25 de maio de 2008

Muffins de chocolate



Um dos livros, de que já aqui falei, da colecção Le Cordon Bleu é só sobre muffins, esses bolinhos irresistíveis que se comem a qualquer hora, mas que tradicionalmente são bolinhos de chá. O segredo é muito simples: numa tigela misturam-se, depois de peneirados, os elementos secos, a farinha, o açúcar, o fermento, o chocolate. Noutra tigela os ingredientes húmidos, ovos, manteiga, iogurte, leite, o que for. Atenção que a parte importante vem agora: misturam-se os ingredientes secos com os húmidos, com uma colher, mas não se deve mexer muito a massa e nunca usar uma batedeira, ficando uma massa grossa e com grumos. Vão logo ao forno, enchendo-se 2/3 das formas, ajeitando a massa. Dizem que se mantêm frescos durante dois ou três dias, coisa que não posso atestar, porque em minha casa nunca chegam a durar um dia. Estes são de chocolate e adaptei a receita, que levava pastilhas de chocolate que não pus e buttermilk, que substitui por iogurte. Fiz assim:


Ingredientes:


300g de farinha com fermento

1 colher de chá de fermento royal

4 colheres de sopa de cacau em pó

150g de açúcar amarelo

2 ovos

3 iogurtes naturais de 125g cada

120g de manteiga derretida

Açúcar em pó para polvilhar


Preparação:


Liga-se o forno (200ºC) e unta-se um tabuleiro de muffins (eu uso óleo e polvilho com farinha). Peneirei os ingredientes secos para uma tigela, a farinha, o fermento, o cacau e o açúcar. Noutra tigela, bati os iogurtes, juntei os ovos e a manteiga derretida e arrefecida. Misturei com uma colher só até juntar tudo, ficando com uma consistência grumosa. Encho 2/3 das formas, ajeitando a massa e levei ao forno até o palito sair seco.

domingo, 18 de maio de 2008

Receita do arroz doce na panela de pressão


A Edinha tem toda a razão, não coloquei a receita do arroz doce porque segui à risca a receita da Cinara, mas vou já dizer como fiz:
Levei ao lume, na panela de pressão, 1 litro de leite gordo Vigor e 2 chávenas de água. A medida das chávenas é de 200ml. Adicionei 1 chávena de arroz, casca de limão e uma pitada de sal. Na receita da Cinara mencionava ainda um pau de canela que não pus, porque o meu filho e a minha sogra não gostam de canela. O lume deve ser baixo para o arroz não pegar ao fundo. Quando começou a deitar pressão, contei 3 minutos e apaguei o lume. Deixei arrefecer e sair todo o vapor. Abri a panela e juntei chávena e meia de açúcar, 1 colher de chá de extracto de baunilha e seis gemas. Voltei a levar ao lume e mexi quase até ferver, mas de modo a ficar com a consistência cremosa, porque não gosto do arroz doce duro, gosto de sentir o creme.

Leituras









A Internet e tudo o que a ela está associado veio modificar a nossa vida, facilitando o acesso a informação de todo o género que podemos utilizar, quer na vida profissional, quer naquilo que comummente se chama lazer, seja lá isso o que for. Um dos exemplos do que acabo de dizer manifesta-se na proliferação dos blogs sobre todos os temas e para todos os gostos. Os livros deixaram, por isso, de ser a principal fonte do saber, como o eram antes daquele fenómeno. Hoje, se temos alguma dúvida, vamos ao Google e lá encontramos a(s) resposta(s). As enciclopédias que nos enchem as estantes estão a ganhar pó, porque demora mais tempo levantar o braço para tirar o volume onde pensamos estar a solução para a nossa dúvida, do que fazer um clique no computador que até nos dá o número de segundos que o sistema levou a disponibilizar-nos os milhares de entradas sobre o tema que pedimos. Mas o que não acompanhou esta revolução foi o prazer que é descobrir um livro: primeiro olhá-lo, depois tocar-lhe, pegar-lhe, folheá-lo. E enquanto o sentimos através do olhar e do tacto, sim, sentir-lhe o cheiro.


Vem tudo isto a propósito de alguns livros maravilhosos sobre o tema que nos une nestes blogs: o que comemos. Alguns exemplos recentes são os vários volumes de uma colecção editada em Portugal pela Dinalivro /http://www.dinalivro.pt/ de que O livro Essencial das Sobremesas é simplesmente irresistível. A outra é a colecção Le Cordon Bleu, igualmente bonita e com receitas que espero muito em breve experimentar.